O cenário global de 2026 mantém especialistas em alerta para três vírus com potencial de expansão: H5N1 (gripe aviária), mpox e Oropouche. A combinação de aquecimento global, mobilidade internacional e crescimento populacional favorece a disseminação.
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O vírus Oropouche, transmitido por mosquitos, concentra a maioria dos casos nas Américas. Até agosto de 2025, o Brasil registrava 90% das ocorrências no continente, com cinco mortes confirmadas. Não há vacina ou tratamento específico.
Já o H5N1, subtipo da gripe aviária, foi detectado em rebanhos leiteiros nos Estados Unidos e também teve registros no Brasil. O principal temor é que o vírus adquira capacidade de transmissão sustentada entre humanos. Vacinas estão em desenvolvimento.
O mpox, que se espalhou globalmente em 2022, segue com duas variantes em circulação. Embora exista vacina, autoridades monitoram a evolução das cepas, especialmente em países africanos e nos Estados Unidos.
Especialistas reforçam que o cenário exige vigilância epidemiológica, investimento em vacinação e resposta rápida das autoridades sanitárias para evitar novas crises.


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