A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu nesta sexta-feira (29) o reajuste máximo de 5,11% para planos de saúde individuais e familiares. O índice vale para contratos firmados a partir de janeiro de 1999.
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Segundo a ANS, este é o menor reajuste autorizado desde o ano 2000, desconsiderando o período da pandemia, quando houve redução nos valores devido à queda no uso de serviços médicos.
O percentual será aplicado apenas no mês de aniversário de cada contrato. Para planos com aniversário em maio e junho, a cobrança poderá começar em julho ou agosto, com retroação ao mês de renovação.
Atualmente, cerca de 7,7 milhões de brasileiros possuem planos individuais ou familiares no País. Já os planos empresariais e coletivos seguem regras diferentes, com reajustes definidos por negociação entre empresas e operadoras.
A ANS informou que o cálculo considera fatores como custos médicos, utilização dos serviços de saúde e inflação oficial.
Nos últimos anos, os reajustes autorizados foram de 15,5% em 2022, 9,63% em 2023, 6,91% em 2024 e 6,06% em 2025.


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