A morte de uma jovem durante a prática de rope jump em Limeira (SP) reacendeu o debate sobre a segurança das atividades de turismo de aventura no Brasil. Embora o setor possua regulamentação e normas técnicas específicas, especialistas apontam que a fiscalização ainda é um desafio.
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Um dos principais mecanismos de controle é o Cadastur, cadastro obrigatório do Ministério do Turismo para empresas que oferecem atividades turísticas. Por meio da plataforma, consumidores podem verificar se o prestador está regularizado antes de contratar o serviço.
Além disso, desde 2010, empresas do setor devem adotar sistemas de gestão de segurança baseados em normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que reúne cerca de 50 regras voltadas às atividades de aventura.
Especialistas recomendam que os consumidores verifiquem a existência de CNPJ, emissão de nota fiscal, contratos de prestação de serviços e a adoção de protocolos de segurança. A informalidade, segundo representantes do setor, ainda é um dos principais desafios para garantir a proteção dos participantes.
O debate também envolve o papel do poder público. Enquanto a União estabelece as diretrizes para o segmento, estados e municípios são responsáveis por fiscalizar e exigir o cumprimento das normas, além de incentivar a formalização das empresas que atuam na área.


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