Guarujá conta com um plano para organizar o atendimento a famílias atingidas por enchentes, alagamentos, deslizamentos, ventos fortes, incêndios e interdições de imóveis. O protocolo foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social (Sedeas), em parceria com a Defesa Civil.
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A estratégia estabelece procedimentos para as etapas de pré-emergência, emergência e pós-emergência. Conforme a dimensão da ocorrência, os 317 profissionais da Sedeas poderão ser mobilizados, incluindo equipes dos CRAS, CREAS, unidades de acolhimento e outros serviços da rede de proteção social.
A Defesa Civil inicia o acionamento, avalia tecnicamente a ocorrência e indica os locais seguros. A Assistência Social fica responsável pelo atendimento às famílias, identificação das necessidades e encaminhamentos.
Quando houver necessidade de deixar o imóvel, os moradores poderão ser encaminhados para acolhimento provisório em locais indicados pela Defesa Civil. Escolas e quadras esportivas também poderão ser utilizadas, conforme as condições de segurança.
O atendimento inclui o registro das famílias afetadas, atualização do Cadastro Único e possibilidade de acesso ao Benefício Eventual para situações de desastre e calamidade pública, conforme os critérios previstos.
O plano está sendo revisado para incorporar novas orientações diante dos eventos climáticos extremos e das mudanças nos padrões de chuva. A atualização deve ser concluída em outubro, seguida de nova capacitação das equipes. A previsão é começar a utilizar o protocolo revisado em novembro.
Segundo dados apresentados no plano, 2.054 moradias e 6.781 pessoas estão em áreas classificadas como de alto risco no município.


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