Mais de 90 milhões de brasileiros, cerca de 51% da população, vivem em algum tipo de união conjugal, segundo dados preliminares do Censo 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2010, eram 81 milhões, cerca de 50% da população.
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Na Baixada Santista, o cenário mostra equilíbrio entre quem vive com parceiro e quem não vive. De acordo com o IBGE, 653.685 pessoas não vivem em união estável, enquanto 648.954 vivem com parceiro.
A divisão por município mostra diferenças regionais:
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Santos: 182.361 em união (48%), 198.290 sem união (52%)
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Guarujá: 124.600 em união (50%), 125.736 sem união (50%)
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Praia Grande: 158.401 em união (52%), 147.967 sem união (48%)
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Bertioga: 29.351 em união (53%), 25.680 sem união (47%)
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Cubatão: 47.400 em união (49%), 49.860 sem união (51%)
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Itanhaém: 49.506 em união (50%), 49.379 sem união (50%)
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Mongaguá: 26.484 em união (49%), 27.844 sem união (51%)
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Peruíbe: 30.851 em união (52%), 28.929 sem união (48%)
O IBGE esclarece que o conceito de “união consensual” adotado pelo Censo não exige comprovação documental. “A resposta depende de quem declara. Uma pessoa pode se considerar em união, enquanto a outra se vê como namorada, por exemplo”, explica Luciene Aparecida Longo, técnica do IBGE.


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