Cesta básica tem queda em 11 capitais, mas segue em alta no acumulado do ano, aponta DieeseLevantamento mostra variação de preços entre maio e junho e aumento da cesta no acumulado de 2025 em todas as capitais pesquisadas. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Cesta básica tem queda em 11 capitais, mas segue em alta no acumulado do ano, aponta Dieese

De Agência Brasil

Entre maio e junho, o custo da cesta básica caiu em 11 capitais e subiu em outras seis, segundo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A maior redução foi registrada em Aracaju (-3,84%), seguida de Belém (-2,39%) e Goiânia (-1,90%). Já os maiores aumentos ocorreram em Porto Alegre (1,50%) e Florianópolis (1,04%).

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Apesar da queda, a cidade de São Paulo manteve o posto de cesta mais cara do país, com valor médio de R$ 831,37. Também figuram entre as mais caras Florianópolis (R$ 867,83), Rio de Janeiro (R$ 843,27) e Porto Alegre (R$ 831,37).

Na outra ponta, os menores custos foram registrados em Aracaju (R$ 557,28), Salvador (R$ 623,85), João Pessoa (R$ 636,16) e Natal (R$ 636,95), levando em conta composições diferentes da cesta em cada capital.

No comparativo anual, entre junho de 2024 e junho de 2025, quase todas as capitais apresentaram aumento. Destaque para o Recife, com alta de 9,39%. Apenas Aracaju teve queda no acumulado (-0,83%).

Entre os itens que ajudaram a conter o custo estão batata, açúcar e leite integral, que tiveram redução em várias cidades. Por outro lado, o tomate voltou a subir em dez capitais, com alta de 16,90% em Porto Alegre.

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