Novo terminal de cruzeiros no Valongo promete modernizar Porto de Santos e impulsionar turismoProjeto do novo terminal de cruzeiros em Santos prevê estrutura moderna no Valongo e maior integração com o Centro Histórico. Foto: Reprodução

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Novo terminal de cruzeiros no Valongo promete modernizar Porto de Santos e impulsionar turismo

A poucos meses do início da temporada 2025/2026 de cruzeiros, o projeto de transferência do Terminal de Passageiros do Porto de Santos, de Outeirinhos para o Valongo, ganhou novo impulso. A proposta, em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU), é considerada estratégica para modernizar a infraestrutura portuária e melhorar a experiência dos viajantes.

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Se aprovado, o estudo seguirá para o Ministério de Portos e Aeroportos, que já manifestou apoio à mudança. O prazo estimado para construção é de cinco anos. O novo terminal teria capacidade para atracação simultânea de três navios, com embarque via fingers, salões de imigração e desembarque internacional, além de edifício garagem integrado ao Centro Histórico.

A localização também é vista como um diferencial, por estar próxima ao Parque Valongo e a poucos minutos do futuro Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá. A expectativa é de que o empreendimento fortaleça o turismo e o comércio local.

Na temporada que começa em 26 de outubro, o Porto de Santos receberá seis navios, que juntos farão 122 escalas regulares. Apesar do volume expressivo, as embarcações são menores e mais antigas em comparação a temporadas anteriores, o que reforça a necessidade de ampliar a infraestrutura.

Segundo a Associação Nacional de Terminais de Cruzeiros (Aterc Brasil), a ausência de berços exclusivos e de estrutura moderna compromete a segurança e a eficiência das operações. Em dias de pico, o movimento chega a 30 mil pessoas, com deslocamento de centenas de ônibus, vans, automóveis e caminhões.

A Aterc defende que o projeto do Valongo segue padrões internacionais, ao contrário de outras propostas da Baixada Santista que, segundo a entidade, têm foco imobiliário e não atendem às exigências logísticas do setor.

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