O calor intenso e as chuvas frequentes do verão aumentam o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, em cidades como Guarujá. O cenário exige atenção redobrada da população para evitar focos do inseto.
Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2025, o país ultrapassou a marca de 840 mil casos apenas nos primeiros três meses do ano, com registro de óbitos e circulação do vírus em diferentes regiões. O cenário repete um padrão conhecido: o calor acelera o ciclo do Aedes aegypti, enquanto o acúmulo de água favorece sua proliferação.
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Segundo especialistas, as altas temperaturas aceleram o ciclo de vida do mosquito, enquanto o acúmulo de água parada cria ambientes ideais para a reprodução. O resultado é o aumento da circulação do vírus e dos casos da doença.
A dengue pode causar febre alta, dores no corpo, dor de cabeça e mal-estar intenso. Em situações mais graves, podem surgir dor abdominal forte, vômitos persistentes, sangramentos e queda de pressão, sinais que exigem atendimento médico imediato.
Idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos com maior risco de complicações. A orientação é evitar a automedicação, especialmente anti-inflamatórios e medicamentos à base de ácido acetilsalicílico.
A principal forma de combate à dengue continua sendo a prevenção, com a eliminação de água parada em recipientes, ralos, vasos de plantas, bandejas e caixas-d’água bem vedadas.


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