As viagens voltadas ao bem-estar físico e mental ganham cada vez mais espaço entre os brasileiros. Conhecido como turismo wellness, o segmento reúne experiências de relaxamento, contato com a natureza, imersão cultural e práticas voltadas à qualidade de vida.
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Dados da Global Wellness Institute apontam que a economia global do bem-estar cresceu 35% desde 2019 e pode atingir US$ 9,8 trilhões até 2029. No Brasil, a tendência também acompanha a mudança no perfil dos viajantes, que buscam destinos menos movimentados e experiências mais autênticas.
Levantamento do Ministério do Turismo, realizado em parceria com a Embratur e a Braztoa, mostra que locais alternativos e com maior conexão cultural estão entre as preferências para 2026.
De olho nesse mercado, empresas do setor turístico passaram a investir em roteiros personalizados na Amazônia. Entre as atrações estão vivências gastronômicas, passeios em áreas de floresta, experiências com a cultura local e contato com comunidades tradicionais.
Os roteiros incluem visitas à Ilha do Combu, experiências ligadas à produção de açaí e cacau amazônico, degustação de pratos típicos e atividades de contemplação da natureza. Há ainda opções de passeios na Ilha do Marajó, conhecida pela produção de queijo de búfala e pelo artesanato regional.
Especialistas apontam que a procura por esse tipo de viagem está relacionada ao desejo de desacelerar a rotina, reduzir o estresse e vivenciar experiências mais significativas durante os períodos de lazer.


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