Fogos de artifício com estampido: riscos e regras no BrasilBarulho de fogos de artifício afeta saúde, animais e pessoas sensíveis; cidades brasileiras já têm legislação sobre o tema. Reprodução/Internet

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Fogos de artifício com estampido: riscos e regras no Brasil

As festas de fim de ano, como Natal e Réveillon, trazem alegria, mas também levantam debate sobre os riscos do uso de fogos de artifício com estampido. O barulho intenso pode gerar irritabilidade, distúrbios do sono e problemas cardiovasculares, metabólicos e digestivos. Pessoas com autismo, idosos e pacientes hospitalizados estão especialmente vulneráveis.

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Animais domésticos sofrem ainda mais: cães, gatos e aves podem interpretar o barulho como ameaça, causando estresse extremo, tentativas de fuga e acidentes. Médicos veterinários recomendam manter os pets em ambiente seguro, com brinquedos e atividades que distraiam, além de usar roupas calmantes ou faixas de compressão.

No Brasil, não há legislação nacional única. Alguns estados e municípios já normatizam o uso de fogos com estampido, estabelecendo limites de decibéis ou proibindo fogos próximos a hospitais e escolas. O STF reconheceu que municípios podem criar leis para limitar ou proibir fogos barulhentos.

Um projeto de lei em tramitação no Congresso prevê proibição de fogos que ultrapassem 70 decibéis, visando proteção de pessoas e animais.

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