Os Estados Unidos iniciaram uma série de audiências públicas para discutir práticas comerciais envolvendo o Brasil e outros países. Os encontros, promovidos pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), reúnem empresas, entidades e representantes dos governos para apresentar argumentos sobre temas que podem impactar o comércio entre os dois países.
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Uma das audiências analisa a proposta de aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Entre os assuntos em debate estão o sistema de pagamentos Pix, propriedade intelectual, tarifas preferenciais, combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.
Outra consulta pública, iniciada nesta terça-feira (7), envolve 60 países e investiga possíveis falhas no combate ao trabalho análogo à escravidão e ao trabalho forçado em cadeias produtivas.
Entidades brasileiras, como CNI, CNA, Cecafé, Unica, Embraer e Centrorochas, participam das audiências para defender que as medidas propostas podem afetar empresas e setores econômicos dos dois países.
O governo brasileiro também apresentou sua defesa ao USTR, afirmando que as práticas comerciais do Brasil não causam prejuízos ao comércio norte-americano e que não há justificativa legal para a adoção de medidas unilaterais.


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