
Nesta sexta-feira (14), às 19h, Guarujá celebra um movimento importante para nossa cultura. O Centro de Documentação e Memória (CEDOM) reinaugura o Museu da História de Guarujá em um novo endereço: na Avenida Deputado Emílio Carlos, 39, na Vila Maia.

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A curadoria deste projeto é de Henrique Dias, historiador, escritor e atual diretor-presidente do CEDOM. Henrique, que já dedicou cinco livros à nossa cidade, traz agora um olhar curatorial que promete transformar o museu em um
ponto de encontro vibrante entre o nosso passado e o presente.

A exposição não é apenas uma coleção estática. É um convite para uma viagem sensorial. Nas salas do museu, encontram-se maquetes que contam a evolução urbana, cartões postais que nos devolvem a estética de outras
décadas, fotografias que eternizam olhares, além de bustos e aquarelas.

É fascinante destacar a presença de acervos particulares, como o do Padre Domenico Rangoni, que nos ajudam a entender a essência da cultura caiçara e a alma da Ilha de Santo Amaro.
Mais do que paredes e objetos, o CEDOM, fundado em 2022, tem um compromisso claro: o resgate, a preservação e a exposição da nossa identidade.

A viabilização desta Expo Museu da História de Guarujá, possível graças a uma emenda impositiva do vereador Wagner dos Santos Venuto, mostra que a memória coletiva ainda encontra eco no apoio institucional. O projeto tem
fôlego e duração prevista de 10 meses, até junho de 2027.

Convido todos a conhecerem esse novo espaço de reflexão e orgulho local. A visitação pública estará aberta a partir de sábado (15), de terça a sábado, das 10h às 18h, e aos domingos, das 9h às 13h.

Vale a pena prestigiar e reforçar o valor do nosso patrimônio. Nos vemos lá.
Tatiana Macedo é jornalista.


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