São Paulo confirmou nesta terça-feira (25), dois casos humanos de febre do Nilo Ocidental, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP). Os pacientes são uma mulher de 34 anos, de Ribeirão Preto, e uma jovem de 18 anos, de São José do Rio Preto.
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A primeira paciente relatou viagem recente à região amazônica e já está recuperada. A segunda permanece internada sob cuidados médicos.
É a primeira vez que o estado registra casos humanos da doença. Segundo o Ministério da Saúde, também foram confirmados dois casos em Santa Catarina, sendo um deles fatal, além de um caso provável no Piauí.
A febre do Nilo Ocidental é causada por um vírus transmitido pela picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex, conhecido como pernilongo.
A maioria das pessoas infectadas não apresenta sintomas. Quando surgem, os sinais podem incluir febre, mal-estar, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dores musculares e manchas na pele.
Em casos mais graves, a infecção pode provocar encefalite, meningite e alterações neurológicas, exigindo atendimento médico imediato.
Não há vacina ou antiviral específico disponível. O tratamento é voltado ao controle dos sintomas e pode incluir repouso, hidratação e acompanhamento médico.


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