Coluna: (Re)começar de novo… Eu na Estância e Neymar na Copa

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Coluna: (Re)começar de novo… Eu na Estância e Neymar na Copa

É com muito orgulho que retorno a Estância com a Coluna Golaço após quatro anos. De novo em clima de Copa do Mundo, com desafios gigantes a Ancelotti em meio a uma geração promissora, mas não tão talentosa como de outras épocas.

Deixamos de ter um “fora de série Mundial” para termos bons jogadores, que podem, podem…, dar liga em um período maior de preparação.

Nem Vini Junior, por vezes tão supervalorizado, e Raphinha, sempre a sombra de Yamal, mesmo que seja protagonista no Barça, podem ser o “cara” e a “cara” dessa seleção. E quem poderá ser esse condutor ao Hexa?

Se você pensou que o Guilhermão irá por o nome do ex-menino Ney, acertou!

Vejo nele, ainda, o único a ser diferente dos demais, um que chame a atenção dos adversários e que possa, ao menos, criar dúvida no treinador rival.

Imaginemos uma semifinal de Copa, Brasil x França. 0 a 0 aos 30 do segundo tempo, Carlitto chama o santista do banco. Do outro lado, Deschamps olha e pensa “mon Dieu”, o que farei? Como ele jogará? Já pensa em reforçar a marcação.

No mesmo cenário, desta vez com Paquetá! Aposto que você riu e me deu razão. Neymar tem a sua última chance de se tornar eterno. Um patamar em que Pelé, Garrincha, Ronaldo, Romário, Taffarel, entre outros estão e que ele nem de longe os vislumbra.

Trilionário, não é mais uma questão de grana, mas de ego e fama. Voltou ao Brasil para se preparar ao Mundial. Não conseguiu da melhor forma, mas ainda a busca e tem lampejos do fora de série que já foi.

Claro que tocar a bola no time santista à alguns nem tanto capacitados é diferente do que na Seleção, onde tem uma companhia mais qualificada e pode dividir tarefas e funções que no Peixe não consegue.

Na próxima segunda este mistério se resolve.

Tenho 99% de convicção que ele irá estar no Mundial. Por mais multicampeão que seja, o técnico não segurará no peito essa ausência, principalmente com os “Paquetás” sendo eliminados de maneira precoce.

O “E se o Neymar estivesse?” será cada vez mais dito e mantido contra o Italiano. Quem viver verá e que venha o Hexa!!

Guilherme Novaes é jornalista, comentarista e colunista esportivo.

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